Concurso TRT-RJ: comissão aprova criação de 218 vagas

21/09/2015 Por: Vanessa Cagliari
Concurso TRT-RJ: comissão aprova criação de 218 vagas 

Foi aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, o projeto de lei 1403/2015 que cria 218 vagas para o quadro de servidores do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT 1), com sede no Rio de Janeiro (RJ). O projeto é de autoria do Tribunal Superior do Trabalho.

 

 

As vagas são para a função de analista judiciário nas áreas administrativa (76), judiciária (115), arquitetura (5), engenharia civil (7), engenharia elétrica (3), engenharia de segurança do trabalho (2), engenharia mecânica (2), medicina (1), psiquiatria (1), medicina do trabalho (1), fisioterapia (2) e psicologia (3). Com remuneração inicial de R$ 8.803,97, algumas carreiras requisitam formação superior em qualquer curso, enquanto outras exigem graduação em áreas específicas.

 

O projeto ainda deve ser votado nas comissões de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJC) e Finanças e Tributação (CFT) para depois ser avaliado pelo Plenário e obter a sanção presidencial. Segundo o documento:

 

“O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região justifica a proposta de criação dos cargos de provimento efetivo em face da necessidade de adequar a estrutura e o Quadro Permanente de Pessoal às regras previstas na Resolução nº 184, de 6/12/2013, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre os critérios para criação de cargos, funções e unidades judiciárias no âmbito do Poder Judiciário, e na Resolução nº 63/2010 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), atualizada, que versa sobre padronização da estrutura organizacional e de pessoal dos órgãos da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus".

 

 

Organizado pela Fundação Carlos Chagas, o último concurso do TRT 1ª Região foi realizado em 2014 e ofereceu 77 vagas nos postos de técnico judiciário e analista judiciário e os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas e discursivas.

 

O cargo de técnico judiciário - apoio especializado em tecnologia da informação exigia, como requisito, formação de nível médio. Já para a função de analista judiciário-apoio especializado em tecnologia da informação exigia dos candidatos graduação em ensino superior em informática ou em qualquer área (desde que com pós-graduação em informática). E os candidatos que pretendiam concorrer ao posto de analista-médico psiquiatra precisavam obter graduação em psiquiatria.

 

A Academia do Concurso desenvolveu o curso preparatório online de Analista Judiciário – Área Administrativa. Assista às aulas, gratuitamente, por 7 dias.

Com informações de JC Concursos

 

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